Da falta que faz

Do meu corpo Do meu desejo Da minha pele Eriçada Do meu suor Na tua pele Do gosto dos teus beijos Do cheiro dos teus cabelos Do cheiro do teu pescoço Que ficava em mim Cada vez que ia embora Da corrente elétrica Magnética Que passava de você para mim Que eu devolvia ainda mais... Continue lendo →

Não vou falar de amor

Não falarei de amor Se ele não existir Não usarei palavras vãs Quando a hora do amor chegar Não falarei de amor Para parecer que amo e sou feliz Não gastarei versos em vão Enquanto o amor não me encontrar Sobre amor nenhuma palavra sairá Dos meus dedos, dos meus lábios Enquanto não sentir a... Continue lendo →

Inabilidade

Eu gosto de lembrar dos teus pés à beira da piscina Aquele céu azul de janeiro combinando com os teus olhos Ia ao supermercado, caminhava entre as bebidas Suas mensagens "não esqueça minha cerveja" "traz queijo, meu amor" ou "volta, que tá frio na rua" Se era eu quem ficava em casa, mensagens infinitas Lembretes... Continue lendo →

É com enormes satisfação e entusiasmo Que convido a todos para a realização de um sonho O evento acontecerá na Bartlebee Pães e Livros Rua Antônio Altaf, 460 - Cascatinha - Juiz de Fora  

Contabilizar

Se não te acredito Se não enxergo o amor Que dizes sentir Se não sinto além do corpo Sua mente, seu coração Entregues Procuro o erro Estou cega? Ou não te mostras? O amor é como matemática E dois e dois são quatro Não três, não cinco Quatro Se há amor, há entrega Há cuidado,... Continue lendo →

Aokigahara

Eu tentei de todas as maneiras Me dividi em duas, três Revolucionei Mudei o lado da franja Troquei os esmaltes vermelhos Escrevi menos sobre o amor Devolvi as flores e os bombons Rejeitei pedidos e convites Uma, duas, vinte vezes eu tentei Em vão Inventei para mim mesma E para todos os outros Desculpas pela... Continue lendo →

Desimportâncias

Não me importa se faz frio Se está nevando Se estou derretendo Não me importa se chove agora Se vai chover mais tarde Ou amanhã de manhã Eu não ligo se está quente Se é um domingo de verão Ou uma quinta de inverno Uma terça no outono Ou uma sexta de primavera Eu não... Continue lendo →

D.

Na iminência da pancada Três, dois, um, saí correndo Fiquei abaixada, de costas Segurando o coração nas mãos Protegendo-o desse teu olhar Malicioso Cegando-o para não ver teu sorriso Cafajeste Que amedronta, encanta E ao mesmo tempo em que acalma Enlouquece Fecho os olhos, tento não ouvir Preciso proteger o que restou De mim O... Continue lendo →

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